CRM para revenda de carros
Funil de vendas em kanban, carteira por vendedor e o histórico de tudo que foi conversado com cada cliente. O CRM pensado para o jeito que revenda vende.
O funil
Do primeiro contato ao carro entregue
Sete etapas que existem de verdade numa revenda — não um funil genérico de software adaptado às pressas.
Novo
Chegou agora, ninguém falou com ele ainda.
Contatado
Alguém já falou. O relógio do retorno começou a correr.
Qualificado
Sabemos o que ele quer e se cabe no bolso dele.
Visita agendada
Dia e hora marcados para ver o carro.
Test drive
Sentou no banco. Aqui a venda esquenta ou esfria.
Proposta
Números na mesa: preço, troca e forma de pagamento.
Negociação
O vai e vem final, onde se decide no detalhe.
Ganho ou perdido
Os dois desfechos. O perdido exige motivo; o ganho vira venda.
A diferença entre um funil de revenda e um funil genérico está no meio: visita agendada e test drive não são etapas decorativas. São os dois momentos em que a negociação de carro realmente vira ou desanda, e separá-los permite enxergar onde a operação perde — muita visita agendada que não vira test drive é um problema de estoque; muito test drive que não vira proposta é um problema de preço.
Como funciona
Kanban, carteira e histórico
Arraste o lead entre as colunas e o sistema registra a mudança sozinho. Todo movimento fica no histórico — é o que explica, meses depois, por que a venda andou ou parou.
Kanban com arrastar e soltar
O funil inteiro numa tela, movimentando com o mouse ou o dedo.
Carteira do vendedor
Cada um vê os leads que são seus e os que ainda não têm dono.
Fila sem dono
Contato novo fica visível para todos até alguém assumir.
Motivo de perda obrigatório
Perdeu? Diga por quê. Depois de três meses esses motivos viram estratégia.
Histórico imutável
Ligação, mensagem, visita e mudança de etapa ficam registradas com autor e hora.
Lead vira cliente
Fechou negócio? O lead vira cadastro de cliente sem redigitar nada.
Antes e depois
A negociação sai da memória
Cinco situações do dia a dia do atendimento, e o que muda quando elas passam a viver no sistema.
| Situação | Como costuma ser | Com o AutoTurbo |
|---|---|---|
| Situação do funil | Perguntada na reunião de segunda, respondida de memória por cada vendedor. | Sete colunas na tela: quantas negociações em cada etapa e de quem são. |
| Mudança de etapa | Não existe. O lead "anda" na cabeça de quem atende. | Um arrastar de card, com o registro automático de quem moveu, quando e de onde para onde. |
| Lead sem dono | Fica esperando alguém reparar nele. | Vai para a fila de sem dono, visível para toda a equipe, e sai de lá com um clique. |
| Conversa anterior | Reconstruída pelo vendedor a cada retorno: "me lembra o que a gente combinou?". | Histórico completo na tela antes de discar, com o que foi prometido e quando. |
| Motivo da perda | Some junto com o cliente. | Obrigatório e registrado — vira padrão visível depois de alguns meses. |
O ciclo do lead
O que acontece em quatro passos
Do contato que chega ao registro que fica, sem ninguém precisar lembrar de alimentar o sistema.
Objeções honestas
Duas coisas que você deve estar pensando
"Já tenho os contatos salvos no celular."
A agenda do celular guarda o nome e o número, e é só isso que ela guarda. Não guarda o carro que a pessoa quer, o que foi oferecido, o que ela respondeu, quando prometeram retornar nem em que ponto a negociação parou. E, principalmente, ela pertence ao aparelho: quando o vendedor sai, a carteira sai com ele — não porque alguém agiu de má-fé, mas porque nunca esteve na revenda.
"Não quero controlar meus vendedores."
O funil não existe para vigiar: existe para o cliente não cair no vazio quando o vendedor está de folga, em férias ou atendendo outra pessoa. O efeito colateral que a equipe costuma sentir primeiro é o oposto da vigilância — ninguém precisa mais explicar em reunião o que já está registrado, e a cobrança sobre "você ligou pro fulano?" simplesmente desaparece.
Perguntas frequentes
O vendedor vê os leads dos colegas?
Não. Cada vendedor vê a própria carteira e os leads sem dono. Gerente e administrador veem tudo e podem distribuir.
O sistema registra o que foi conversado?
Sim. Cada atividade — ligação, WhatsApp, e-mail, visita à loja, test drive, proposta ou anotação — fica no histórico do lead, com autor e data.
Consigo saber por que perdi uma venda?
Sim. Ao marcar um lead como perdido o motivo é obrigatório, e ele fica no histórico para análise depois.
Quantas etapas tem o funil?
Sete etapas abertas — novo, contatado, qualificado, visita agendada, test drive, proposta e negociação — mais os dois desfechos: ganho e perdido.
Um lead perdido pode ser reaberto?
Pode. Cliente que sumiu em março e voltou em julho é o mesmo cliente: a reabertura devolve o lead ao funil e limpa o motivo da perda, mantendo o histórico anterior inteiro.
O que acontece quando o lead é ganho?
Ele é carimbado com a data do ganho e serve de ponto de partida para a venda: o veículo, o cliente e o histórico já estão vinculados, então a venda não recomeça do zero.
Dá para marcar quem está mais perto de comprar?
Dá. Cada lead tem temperatura — frio, morno ou quente — e o funil pode ser lido por ela, para a equipe priorizar quem está a um empurrão de decidir.
O kanban funciona no celular?
Funciona: as colunas rolam na horizontal e o card se move com o dedo, sem aplicativo para instalar.
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